| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Accipitriformes |
| Família: | Accipitridae |
| Vigors, 1824 | |
| Subfamília: | Accipitrininae |
| Vigors, 1824 | |
| Espécie: | P. leucorrhous |
O gavião-de-sobre-branco é uma ave accipitriforme da família Accipitridae.
Seu nome científico significa: do (grego) para = parecido, similar próximo; e buteo = referente ao gênero Buteo, urubu; e do (grego) leukos = branco; e orrhos = rabadilha. ⇒ (Ave) parecida com um Buteo com rabadilha branca ou (ave) similar a um urubu com rabadilha branca.
Mede de 33 a 38 cm e pesa entre 290 gramas (macho) e 389 gramas (fêmea) (Márquez et al., 2005).
Adulto possui plumagem predominante preta, com calções ferrugíneos (Mikich & Bernils, 2004). Crisso e uropígio brancos. Cauda preta com duas barras brancas delimitando o terço medial da cauda. As coberteiras inferiores são brancas e as rêmiges são pretas criando belo contraste quando a ave está em voo.
O indivíduo jovem apresenta as partes superiores escuras. O peito e ventre é claro com estrias largas e escuras.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Possui dieta baseada em répteis, anfíbios, pequenos mamíferos e insetos (Mikich & Bernils, 2004).
Põe um ou dois ovos. Resgistrado na Argentina colocando de 2 e 3 ovos (del Hoyo et al, 1994) e (Bierregaard et al. 2014).
Este falconiforme florestal é escassamente conhecido, aparenta ser naturalmente incomum em toda a sua área de distribuição. Geralmente encontrado em florestas de elevações entre 1400 e 3300 metros de altitude. Recentemente foi encontrado na área de influência da Usina Hidrelétrica de Barra Grande, no rio Pelotas(ICMBIO, 2008).
Ocorre na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e no Brasil. No Brasil, ocorre nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, no Sul da Bahia e de Goiás ocorrendo também ao leste de Mato Grosso do Sul até o Norte do Rio Grande da Sul (Mikich & Bernils, 2004).